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VGNJUR Quinta-feira, 05 de Dezembro de 2019, 10:51 - A | A

Quinta-feira, 05 de Dezembro de 2019, 10h:51 - A | A

Operação Mantus

Juiz nega devolver carro de luxo apreendido com empresário acusado de comandar jogo do bicho

Lucione Nazareth/VG Notícias

O juiz titular da 7ª Vara Criminal de Cuiabá, Jorge Luiz Tadeu Rodrigues, negou devolver a tia do empresário Frederico Müller Coutinho, um veículo de luxo apreendido durante a Operação Mantus. A decisão foi publicada na edição de hoje no Diário da Justiça Eletrônico (DJE).

Consta dos autos, que Eliane Mendes Müller Affi ingressou com ação requerendo a restituição do veículo de luxo, Chrysler 300 C que foi apreendido na casa do seu sobrinho, Frederico Müller Coutinho. Ela afirmou que o carro seria de sua propriedade.

Porém, em sua decisão o juiz Jorge Luiz Tadeu que os documentos apresentados pela tia do empresário estão incompletos, bem como, desatualizados, além disso, não demonstram que é de sua propriedade, “visto que a cópia do documento do veículo está em nome de empresa uma empresa de São Paulo.

Ainda segundo o magistrado, o veículo apreendido ainda interessa ao processo penal devendo, portanto, permanecer apreendido.

“É importante ressaltar que, até a presente data, nada foi apresentado pela requerente para que se pudesse comprovar a real propriedade do bem e a origem lícita do valor utilizado para a sua aquisição. Desta forma, entendo que as razões expostas pelo Parquet, opinando pelo indeferimento do pedido de restituição do bem apreendido, merece ser acolhido. Diante disto, INDEFIRO o pedido formulado por ELIANE MENDES MULLER AFFI”, diz trecho da decisão.

Entenda - O empresário Frederico Müller Coutinho, foi preso em maio deste ano acusado de comandar uma organização criminosa que atuava na contravenção penal de jogo do bicho durante a Operação Mantus deflagrada pela Delegacia Especializada de Fazenda e Crimes Contra a Administração Pública (Defaz) e pela GCCO.

Müller seria, segundo a Polícia Civil, é apontado como llíder de uma organização criminosa que disputava espaço com uma outra, supostamente liderada por João Arcanjo Ribeiro.

As investigações iniciaram em agosto de 2017, conseguindo descortinar duas organizações criminosas que comandam o jogo do bicho em Mato Grosso e que movimentaram em um ano, apenas em contas bancárias, mais de R$ 20 milhões.

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