02 de Abril de 2025
02 de Abril de 2025

Editorias

icon-weather
lupa
fechar
logo

Política Terça-feira, 01 de Abril de 2025, 14:58 - A | A

Terça-feira, 01 de Abril de 2025, 14h:58 - A | A

LÍDER DE FACÇÃO

Vereador atribui a assessor, filho de Gilmarzinho, iniciativa de homenagear faccionado

Ele esclareceu que a homenagem foi uma iniciativa do assessor Vitor, filho de Gilmarzinho

Arielly Barth/VGN

O vereador Jeferson Siqueira (PSD) confirmou ter concedido uma moção de aplausos a Gilmar Machado da Costa, conhecido como “Gilmarzinho”, morto em 20 de março durante uma ação envolvendo policiais do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco). Em entrevista a jornalistas nesta terça-feira (1º.04), o parlamentar explicou que a inclusão de Gilmarzinho na lista de homenageados ocorreu por meio de seu filho, que, à época, atuava como assessor em seu gabinete.

Gilmarzinho era apontado como um dos líderes da facção Comando Vermelho e suspeito de envolvimento em crimes de extorsão contra comerciantes de Cuiabá e Várzea Grande, mediante um esquema de venda de garrafões de água fornecidos pela organização criminosa. Ele possuía diversas passagens pela polícia.

O vereador também rebateu acusações de que o caso fosse recente, alegando que a informação estava sendo “requentada”. Justificou que conta com diversos assessores em sua equipe, entre eles Vítor, que, na época dos fatos, foi o responsável pela indicação. “Aí vem à tona e parece que é um fato novo. Não existe fato novo”, afirmou Siqueira.

Leia também- Por unanimidade, Câmara de VG rejeita denúncia do CRMMT contra vereador Feitoza

“O Vitor, como assessor, decidiu homenagear o próprio pai. Incluiu o nome dele entre os que seriam homenageados. Quem fez a indicação da moção foi o próprio Vitor, em homenagem ao seu pai, ok? No dia 2 de março, nós entregamos as moções em uma festa com mais de cinco mil pessoas”, explicou.

Sobre a exoneração de Vitor, Siqueira esclareceu que, após as polêmicas envolvendo seu gabinete em razão da moção, decidiu exonerar o funcionário no final do ano. “Então, decidimos exonerar o Vitor porque a atitude foi dele — ele quis homenagear o pai. Mas o exoneramos não por ele ser criminoso, ou por ser filho de um criminoso, ou ter sido filho de um criminoso. Pelo contrário, a exoneração ocorreu porque a atitude dele refletiu negativamente no gabinete”, concluiu.

Siga a página do VGNotícias no Facebook e fique atualizado sobre as notícias em primeira mão (CLIQUE AQUI).

Entre no grupo do VGNotícias no WhatsApp e receba notícias em tempo real (CLIQUE AQUI).   

RUA CARLOS CASTILHO, Nº 50 - SALA 01 - JD. IMPERADOR
CEP: 78125-760 - Várzea Grande / MT

(65) 3029-5760
(65) 99957-5760