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Política Terça-feira, 01 de Abril de 2025, 14:36 - A | A

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denúncia rejeitada

Feitoza diz que processará CRMMT e presidente por calúnia após tentativa de cassação fracassar

Feitoza disse que pelo exagero colocado no documento para ela ter deixado o local – “algemando"

Gislaine Morais & Lucione Nazareth/VGN

Após a Câmara Municipal de Várzea Grande rejeitar, por unanimidade, a denúncia apresentada pelo presidente do Conselho Regional de Medicina do Estado de Mato Grosso (CRMMT), Diogo Leite Sampaio, que pedia a cassação de seu mandato, o vereador Feitoza (PSB) afirmou, em entrevista ao , na manhã desta terça-feira (1º.04), que ingressará com uma ação contra o CRM e contra o presidente da instituição.

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Em relação ao conteúdo da denúncia — na qual o Conselho acusou o vereador de adotar abordagens agressivas contra profissionais da saúde —, Feitoza declarou que houve exagero nas alegações constantes do documento, citando, como exemplo, a acusação de que teria obrigado alguém a deixar o local “algemando, em prisão perpétua”.

"Vejo muita mentira nessa denúncia, inclusive a omissão de pessoas que deveriam ter sido citadas no documento. Trata-se de uma denúncia mentirosa e caluniosa, razão pela qual irei ingressar com uma ação contra o CRM, por danos morais", declarou.

Feitoza também ressaltou que processará o presidente do CRMMT, Diogo Leite Sampaio, o acusando de explorar sua imagem como vereador para se promover e obter vantagem eleitoral em sua tentativa de reeleição.

"Vou entrar com uma ação contra o senhor Diogo, que está se aproveitando da situação, pois estão em campanha no Conselho. Estão utilizando minha imagem, minha atuação e o mandato que pertence ao povo de Várzea Grande para se promover e transformar tudo isso em um espetáculo, em busca de votos para sua reeleição. A Câmara já se posicionou, e é prerrogativa do vereador fiscalizar e zelar pelo dinheiro público e pela saúde da população", salientou Feitoza.

Outro lado - A reportagem do entrou em contato com a assessoria do Conselho Regional de Medicina do Estado de Mato Grosso, questionado a fala do vereador, e a entidade informou que não responderão o parlamentar.

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