Por unanimidade, o Pleno do Tribunal Regional Eleitoral (TRE/MT), em sessão desta quinta-feira (13.10), negou recurso da candidata a vereadora por Várzea Grande nas eleições deste ano, Juliane Bonfim (PSDB), que buscava o deferimento de sua candidatura.
“ACORDAM os Membros do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso, por unanimidade, em CONHECER E NEGAR PROVIMENTO AOS EMBARGOS” diz decisão.
Juliane tenta descongelar seus 639 votos, e caso consiga pode mudar o quadro de eleitos para a próxima legislatura (2017/2020) da Câmara de Vereadores de Várzea Grande.
A candidata não prestou contas de sua campanha nas eleições municipais de 2012, quando tentou sem sucesso vaga na Câmara municipal, e teve o registro para a disputa em 2016 indeferido.
O partido de Juliane, “PSDB” deve ingressar com novo recurso no Tribunal Superior Eleitoral, pois, no caso de descongelamento dos votos da candidata, a sigla, que tem garantida duas cadeiras no Legislativo, passará a contar com três, devendo assumir o vereador Joaquim Antunes.
No caso de descongelamento dos votos, o partido prejudicado seria o PSB que irá perder uma vaga – atualmente a sigla está com três representantes, com o descongelamento passaria para dois, com isso, Ícaro Reveles (PSB) perde a vaga.
Para o PSB manter as três vagas, e não o quadro de eleitos não mudar, a sigla teria que tentar descongelar 747 votos do candidato indeferido com recurso Nelson Mendes (PSB). Ou seja, se apenas os votos de Juliane Bonfim forem descongelados o PSB passa uma vaga para o PSDB, mas se os dois registros indeferidos – Nelson e Juliane -, forem contabilizados o quadro não terá alteração. Assim como também não terá alterações se apenas o registro de Nelson for deferido e seus votos contabilizados.
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