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Política Quarta-feira, 06 de Fevereiro de 2013, 16:58 - A | A

Quarta-feira, 06 de Fevereiro de 2013, 16h:58 - A | A

Mensalão

Sem querer confrontar decisão do STF, presidente da Câmara de Deputados sinaliza pela cassação do mandato de Pedro Henry

Pedro Henry deve ter o mandato cassado pelos deputados federais

por Lucione Nazareth/VG Notícias

 

O deputado federal mato-grossense Pedro Henry (PP) pode ter o mandato cassado depois que vencer todos os recursos na esfera jurídica.

O presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), disse hoje (06.02) que a Casa não vai confrontar a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que determinou a perda do mandato dos quatro deputados condenados no julgamento do mensalão.

“Não há a menor possibilidade, é risco mínimo, de qualquer confronto do Legislativo com o Judiciário”, disse o presidente da Câmara, ao responder perguntas de jornalistas após audiência com o presidente do STF, ministro Joaquim Barbosa.

Alves declarou que a Câmara dos Deputados “vai cumprir o seu dever, sem nenhum conflito, sem nenhum confronto, e em um processo rápido”, assim que todas as etapas do processo forem finalizadas.

“Será uma atitude que vai surpreender aqueles que pensam diferente, mas que vai mostrar o respeito entre os Poderes. Não há a menor possibilidade, volto a dizer, de nenhum arranhão, nenhum conflito, nenhuma indisposição do Legislativo”, enfatizou Alves. “Quem pensar diferente, é como diz o dito popular, pode tirar o cavalinho da chuva”, garantiu. Com informações Agência Brasil.

Entenda o caso – Pedro Henry teve o mandato cassado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por integrar o esquema do mensalão - que comprava apoio político no Congresso Nacional pelo Governo Lula. O deputado mato-grossense era líder do PP na época do escândalo e foi condenado pelos crimes de formação de quadrilha, corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

Além da perda de mandato, o deputado foi condenado pelo Supremo a sete anos e dois meses de prisão, a ser cumprido em regime semi-aberto.

O progressista foi condenado pelos crimes de formação de quadrilha, corrupção passiva e lavagem de dinheiro, além de ter sido multado em R$ 932 mil.

 

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