por Lucione Nazareth/VG Notícias
Várzea Grande atravessa um momento de crise, com problemas na saúde, infraestrutura, saneamento básico, educação, entre outros setores, que foram esquecidos pela administração pública.
Porém, segundo o secretário de Receita do município, Luis Fernando Botelho, a população tem uma parcela de culpa no não desenvolvimento da cidade. Pois, conforme ele, não é da cultura dos várzea-grandenses pagarem seus impostos.
Em entrevista ao VG Notícias, ele afirmou que pretende trabalhar com objetivo de fazer com que a população entenda a importância de pagar os tributos. Culturalmente na cidade o cidadão paga o que quer e o prefeito faz o que pode. Isso nós vamos mudar, precisamos mudar”, garantiu o secretário.
De acordo com ele, nem as emendas parlamentares estão chegando para o município, precisando assim que o várzea-grandense pague os tributos regularmente, como o IPTU. Para que isso ocorra, Luis Fernando relatou que está ocorrendo mudanças no envio e emissão dos tributos para que possa aumentar e dar agilidade ao número de pagamentos.
“Estamos disponibilizando ao contribuinte a emissão do IPTU e impressão de nota fiscal pela internet. Ampliamos o número de IPTU’s de 20 setores em 2012, para 35 já neste ano. Já iniciamos a revisão de 2 mil cadastro de alvará, 7 mil contribuintes já foram recadastrado e estamos encaminhado 4 mil devedores para dívida fiscal e também notificando os maiores devedores do município”, destacou.
Ainda segundo ele, os fiscais da Secretaria estão desenvolvendo um trabalho de fiscalização nos estabelecimentos comerciais da cidade e aqueles que estiverem operando com alvará vencido será autuado e terão que pagar multa, mas se no local não consta o alvará o mesmo será fechado até que o proprietário busque regularizar o comércio junto à prefeitura.
O secretário disse que com algumas medidas adotadas nesta administração poderá aumentar a receita do município. “Vamos aumentar a receita para promover as transformações em Várzea Grande sem precisar de verbas da União e do Estado. Hoje estão cada vez mais escassas as verbas da União e do Estado e temos que ter dinheiro em caixa para podermos promover as melhorias sem depender de terceiros, como acontecia em outras gestões”, declarou.
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