A Caixa Econômica Federal autorizou nessa quinta-feira (18.08) a liberação de um empréstimo de R$ 18 milhões para a Prefeitura de Várzea Grande voltados para realização de obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) no município.
As obras do PAC estão previstos para deixar a cidade com 100% de água potável; 70% de esgoto sanitário tratado; pavimentação asfáltica em bairros periféricos; habitação para moradores em áreas de risco e recuperação de lagoas.
De acordo com a Prefeitura, em 2015, a prefeita Lucimar Campos (DEM) conseguiu resgatar as obras do PAC que estavam paralisadas desde 2007 por causa de problemas legais quanto às licitações e a inadimplência do Tesouro Municipal.
“Várzea Grande está em uma condição financeira privilegiada”, disseram o superintendente da Caixa Econômica Federal, Tabarê Marçal e José Luiz Dias, gerente geral, lembrando que o Tesouro Municipal tem todas as Certidões Negativas de Débitos – CND, condições mais do que favoráveis para liberação dos créditos através de empréstimos.
No ato, Lucimar oficializou uma Carta Consulta já remetida ao Ministério das Cidades, solicitando, dentro da capacidade de endividamento do município, um novo aporte financeiro da ordem de R$ 140 milhões para pavimentar 150 km de ruas e avenidas em 35 bairros de Várzea Grande.
“Nosso papel é fomentar uma melhor qualidade de vida para a população através de políticas públicas sociais dos entes federados, como o Município de Várzea Grande, portanto, é fundamental termos parceiros como a atual administração que mantém a regularidade nas contas públicas e o equilíbrio entre receitas e despesas”, disse José Luiz Dias, gerente regional da CEF em Várzea Grande.
Ambos sinalizaram que essa nova Carta Consulta depende do aval Ministério das Cidades, e confirmaram a autorização para os R$ 18 milhões referentes ao CPAC – Contrapartida do PAC.
Em junho passado, a democrata esteve reunida com o ministro Bruno Araújo que demonstrou interesse em atender as demandas de Várzea Grande por causa da apresentação de projetos executivos elaborados e prontos e principalmente porque Várzea Grande está adimplente, ou seja, não tem dividas atrasadas com os credores financeiros e com o próprio Governo Federal.