O deputado estadual Carlos Avalone (PSDB) não fugiu da pergunta sobre a movimentação de secretários estaduais que devem disputar vaga na Assembleia em 2026. Com a experiência de quem já esteve dos dois lados do balcão, ele foi direto: “Seria muita canalhice dizer que, para mim, foi bom e para os outros não serve”. Avalone reconhece que ser secretário ajuda na visibilidade, mas afirma que o jogo só vale dentro da regra — “usufruir acima da realidade tem que ser denunciado”, avisou.
Sobre a ideia de pedir que os secretários-candidatos deixem os cargos antes do prazo legal, o tucano deu o tom: “Eu não tenho coragem de fazer esse pedido. Mas, se quiserem sair antes, para mim é melhor”. É o famoso “não peço, mas agradeço”.
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