A certificação eletrônica para produtos de origem animal já superou a marca de 100 mil solicitações no Brasil desde sua implementação em abril de 2024. O novo sistema substitui o antigo processo em papel, acelerando a emissão dos Certificados Sanitários Nacionais (CSN) e reduzindo custos logísticos para produtores e exportadores.
O CSN é um documento essencial para garantir que alimentos de origem animal atendam aos padrões sanitários exigidos. Antes, sua emissão envolvia impressão, carimbos e transporte físico. Agora, com a assinatura digital, o tempo médio de análise caiu para dois dias, permitindo que empresas tenham acesso imediato ao certificado, que inclui QR Code e código de autenticidade para verificação.
O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) destaca que a digitalização trouxe mais segurança e eficiência ao setor. Para o presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Ricardo Santin, a mudança facilita o trabalho dos produtores e fortalece a posição do Brasil no mercado internacional.
Além de agilizar o transporte dentro do país, o novo sistema também prepara o Brasil para ampliar sua competitividade global, garantindo maior controle sobre a rastreabilidade e a qualidade dos produtos.
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