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Polícia Quinta-feira, 17 de Abril de 2014, 14:40 - A | A

Quinta-feira, 17 de Abril de 2014, 14h:40 - A | A

Prejuízo de R$ 2 milhões

Operação em Cuiabá e Várzea Grande desarticula fraude contra “Claro”

A fraude consistia em transferir o número de um cliente ativo da operadora Claro para um chip virgem,que estava em poder de uma terceira pessoa que passava a fazer ligações livremente, geralmente no período noturno e para o exterior.

por Izabella Araújo/VG Notícias com Assessoria/PJC

Cerca de quatro mil operações fraudulentas foram realizadas em Mato Grosso contra a operadora de telefonia móvel “Claro”, segundo investigação da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf).

Ontem (16.04) 11 mandados de busca e apreensão foram cumpridos em residência de funcionários e ex-funcionários de quatro lojas em Cuiabá e Várzea Grande. Segundo a Delegacia, as ações eram realizadas de números ativos, sem o conhecimento do dono da linha para efetuar ligações utilizando um chip virgem.

Segundo a Polícia Civil, foram realizadas cerca de cinco mil operações fraudulentas em todo o Brasil, e chegam a um prejuízo de R$ 2 milhões a telefonia. 

A fraude consistia em transferir o número de um cliente ativo da operadora Claro para um chip virgem,que estava em poder de uma terceira pessoa que passava a fazer ligações livremente, geralmente no período noturno e para o exterior. Pela manhã o procedimento era revertido e o celular do cliente voltava a funcionar normalmente. Muitos nem chegavam a reclamavam na operadora, pois a linha retornava a fazer ligações antes que o problema fosse detectado.

De acordo com a Derf, em muitos casos, os valores decorrentes das ligações realizadas pelos terceiros nem eram repassados aos clientes, pois a operadora identificava a fraude e assumia o prejuízo. Mesmo que houvesse reclamação do cliente, o valor era estornado das contas. A empresa acionou a Polícia Civil, após auditoria realizada no sistema identificar os logins utilizados para realizar os procedimentos fraudulentos.

Durante as buscas, os policiais apreenderam computadores, notebooks, celulares e chips, os quais serão encaminhados para a realização de perícia. Os envolvidos no esquema podem responder por furto e também estelionato.

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