Gabriela Varconti, 37 anos, morreu nesta quinta-feira (25.07), no Pronto-Socorro de Várzea Grande (PS/VG), após ser brutalmente agredida por cerca de cinco homens na segunda-feira (22.07) em uma ala LGBTQIA+ do bloco de trabalhadores do Centro de Ressocialização Industrial Ahmenon Lemos Dantas, na cidade industrial.
A detenta deu entrada na unidade de saúde com lesões na face e no crânio. Além das pauladas, Gabi teria sido esganada, o que ocasionou edemas no pescoço. Devido à gravidade das lesões, a detenta estava internada em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) (PS/VG) após uma determinação do juiz da 1ª Vara Especializada da Fazenda Pública de Várzea Grande, Vara da Saúde, Agamenon Alcântara Moreno Júnior.
Entenda o caso
Segundo informações obtidas pelo , dois detentos envolvidos no espancamento contra a detenta foram conduzidos à Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) para prestar esclarecimentos. Uma testemunha também foi ouvida.
Gabriela foi surpreendida por um grupo de pessoas com os rostos cobertos. Detentos envolvidos na agressão haviam abaixado as câmeras do corredor do complexo para acobertar autores do crime. Leia matéria relacionada - Detentos abaixaram câmeras antes de espancamento de mulher trans em VG
Segundo relatado pela testemunha, Gabriela era conhecida como “X9”.
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