Iasmin Martins de Souza Silva, de 8 anos,foi encontrada morta no último dia 9, em uma obra de Catalão-Goiás, um dia após ter saído da casa da avó para ir até a feira onde a mãe estava trabalhando. No entanto, a menina não chegou ao destino. Após o sumiço, familiares e policiais chegaram a procurá-la, mas não a encontraram.
Na manhã seguinte, o pedreiro Luizmar Bernardes achou o corpo da menina na obra onde trabalha, no Bairro Paineiras. Ele lembra com tristeza do momento em que a viu: "Cheguei e nós [outros colegas] trabalhamos um pouquinho. Quando olhei lá dentro, me deparei com a criança morta lá e chamei outro colega meu para olhar. É triste de ver. A cena é lamentável".
O padrasto da vítima, Roberto de Sá Silva, contou que soube da morte por telefone. "Um tio meu estava ouvindo rádio e me ligou avisando que haviam encontrado uma menina morta. Fui para o local com minha esposa e, infelizmente, era ela".
As investigações sobre o assassinato de Iasmin continuam e o inquérito policial ainda não foi concluído. Um dia após o corpo ser encontrado, com base em depoimentos de testemunhas, a Polícia Civil conseguiu chegar a um suspeito, um pedreiro de 37 anos, que acabou preso porque tinha um mandado de prisão contra ele em aberto.
Em depoimento, o homem negou a autoria do crime e, segundo a delegada, disse que Iasmin era amiga de sua filha. A transferência do suspeito para o presídio local causou um princípio de rebelião. Após o incidente, ele está preso em uma cela especial da cadeia de Catalão.
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