Sintep diz que Lucimar será cúmplice do atraso educacional em VG

Izabella Araújo/VG Notícias

VG Notícias

Lucimar Campos

 

“O ano letivo de 2019 ainda não começou, mas a guerra para atendimentos de interesses individuais não deixou de acontecer”, afirma o Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso (Sintep/MT) sobre alteração da Lei número 2.380/2001, que propõe reeleição ilimitada para diretor e coordenador pedagógico das escolas municipais de Várzea Grande.

Leia matéria relacionada Vereadores de VG propõem alterar lei para diretor e coordenador pedagógico serem reeleitos ilimitadas vezes

De acordo com a nota encaminhada pela subsede do Sintep, “a alteração é tida como um retrocesso no processo de Gestão Democrática duramente conquistado na rede municipal de ensino na gestão do então prefeito Jayme Veríssimo de Campos (DEM).

“Pode significar para a Prefeita Lucimar Campos e o atual secretário Sílvio Fidélis uma triste marca em seus currículos, por terem regredidos a gestão da rede a interesses pessoais estranhos ao múnus de educar”, diz nota.

O Sintep também afirma: “Caso a mesma seja aprovada e sancionada pela prefeita Lucimar Campos, a tornará cumplice do atraso educacional diante dos avanços que seu marido, então prefeito municipal promoveu”.

Ainda segundo o Sintep, “o estranho nesta história é a matéria da gestão democrática voltar à pauta da Câmara, no final de janeiro, sem que o Secretário Silvio tenha convocado a Comissão e o Fórum, responsáveis para novo debate da matéria”.

E acrescenta: “Como ele (Fidélis) mesmo prometeu e agora, a câmara de vereadores vote a reeleição indefinida de gestores e coordenadores, sem que esse debate tenha sido feito com a categoria na conferência.

O Sindicato cobra ainda que há medidas urgentes além de mudanças interesseiras – como a que tramita na Câmara de Várzea Grande.

“Para além de mudanças interesseiras, que não edifica as relações democráticas nas escolas, há medidas urgentes a serem tomadas em Várzea Grande para diminuir os prejuízos dos educadores, e que os vereadores poderiam ajudar pressionando o Executivo, como: assegurar a revisão salarial de 4,17% para todos, professores e funcionários; atualização imediata dos valores de salários na Revisão do Enquadramento; pagamento das diferenças salariais retroativas do enquadramento e diferenças das horas atividades dos professores.

E finaliza: “Exigimos que os vereadores retirem o projeto de lei e como foi acordado com o Secretário Silvio Fidelis, nova mensagem de alteração da lei de gestão seja submetida à Câmara de Vereadores após a realização de nova conferência”.


Fonte: VG Notícias

Visite o website: wwww.vgnoticias.com.br