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Economia Segunda-feira, 22 de Fevereiro de 2016, 15:16 - A | A

Segunda-feira, 22 de Fevereiro de 2016, 15h:16 - A | A

A PARTIR DE MARÇO

Rede City Lar muda bandeira para Ricardo Eletro

Desde 2010, a City Lar integra a holding

Gazeta Digital

Numa estratégia de marketing para melhorar o resultado das vendas, a holding Máquina de Vendas S/A - que reúne atualmente as redes varejistas City Lar, Ricardo Eletro, Eletro Shopping, Salfer e Insinuante - unifica as bandeiras a partir do próximo mês. Desde 2010, a City Lar integra a holding e, com a unificação das marcas, tornou-se uma “gigante” do varejo de eletrônicos, sendo a terceira maior do país com quase 1 mil lojas em 23 estados e no Distrito Federal. Somente a mato-grossense City Lar mantém 178 lojas em diversos estados.

Como esclareceu a assessoria da holding, a integração das bandeiras visa melhorar o poder de negociação das empresas. Diante do recuo nas vendas e as dificuldades enfrentadas pelo varejo nacional como um todo desde o final de 2014, a opção da rede varejista foi readequar processos internos, que não inclui fechamento de lojas já existentes ou demissões de colaboradores. Por outro lado, também não há projeto de expansão com novas inaugurações este ano.

A partir de março, as lojas que integram a Máquina de Vendas S/A funcionarão com a bandeira tradicional e com a logomarca da Ricardo Eletro. A regra vale para os canais de e-commerce. Os portais especializados E-Colchão, Mala Mix, Kangoolu, Cipela e Clube do Ricardo - que também fazem parte do grupo Máquina de Vendas ­ mantêm suas operações individuais.
CEO do Grupo Máquina de Vendas e fundador da Ricardo Eletro, Ricardo Nunes, explica que a característica regional de cada uma das marcas que compõem a holding continuará preservada. “Valorizar essas peculiaridades regionais foi fundamental para o sucesso da Máquina de Vendas. Vamos manter essa cultura de mix de produto, o atendimento e as ofertas serão customizadas para agradar a todos os perfis de clientes onde quer que eles estejam”.

Para o economista Edisantos Amorim, com essa decisão a Máquina de Vendas S/A tende a crescer e se valorizar ainda mais no mercado. “Antes de unificar a marca, houve todo um período de adaptação, merchandising e por fim a consolidação de uma marca forte”.

Para ele, o processo ocorre em um ambiente natural após a união de bandeiras diferentes. “O resultado de receita e de investimentos passa a ser globalizado, já o resultado de vendas é regionalizado”. O economista acrescenta que com essa estratégia o grupo empresarial ganha força e poder de barganhar com os fornecedores e indústrias. “Mas, nem sempre isso é revertido em menor preço para o consumidor, mas sempre há vantagens e estratégias competitivas nas ações de vendas”.

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